sexta-feira, 29 de outubro de 2010

chuva

com a chuva lá fora,
posso eu faltar aos versos,
ou as estrofes pulsantes ficarem molhadas pelo chão,
mas sei que a mim
não faltará jamais a poesia.

árvore frondosa, terra fértil,
que renasce da morte das folhas do outono,
e ganha a força do vento em meses de maresia.

7 comentários:

Basimah disse...

Ora há um bom tempo que não espreitava aqui (o facebook é um espectáculo)...

Gostei muito do que vi.

Bem, espero que a chuva fique por aí mais tempo. Assim tu ganhas inspiração para a bela poesia que fazes, eu apanho uns dias de Sol e ficamos todos felizes!

:)

Bjs

Aiden McKenna disse...

chuva

com a chuva cá fora,
possa faltar aos versos,eu
ou as estrofes molhadas pelo chão,
pulsantes ficarem
aos períodos não sei
se jamais faltará poesia.

árvore fértil, que ganha em força ao vento
na terra que renasce pela morte das folhas do outono,
em eras de maresia.

pedras contra canhões disse...

???

Tá na laethanta saoire thart-Cruáil an tsaoil disse...

tchi.....é só um rearranjo

as palavras chave eram

períodos e eras

naaah....

a terra que renasce na humificação dos cadáveres das folhas


ok ????? ao menos uns::::::

الرجل ذبح بعضهم البعض ولكن الخيول باهظة الثمن disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
الرجل ذبح بعضهم البعض ولكن الخيول باهظة الثمن disse...

obviamente não é requerida resposta

teria preferido ,,,,,

mas ????? também serve

الرجل ذبح بعضهم البعض ولكن الخيول باهظة الثمن disse...
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